Começo a primeira postagem refletindo sobre a memória que tenho do mundo, das pessoas e das coisas. E tenho muitas memórias pois já vivi até agora 72 anos, embora tenham restado muito poucas lembranças dos anos iniciais de minha vida.
Ter memórias é uma coisa, transcrevê-las é outra completamente diferente. O que relatar? Como relatar? Não são questões nada simples. Há problemas de natureza pessoal que são difíceis de tratar como os relacionamentos, afetivos ou de disputas pessoais. Num e noutro caso, quando há controvérsias e constrangimentos, nossa verdade pode não ser o melhor ponto de vista para uma determinada situação. E mais, pessoas não são objetos, têm sentimentos que temos que respeitar. Assim sendo, sempre que possível, vou tentar evitar tocar em assuntos que gerem controvérsias ou constrangimentos e, se o fizer, evitar nomes ou, quando for impossível fugir do assunto, pela sua importância, moderar nas minhas considerações. Isso em relação às memórias, não às reflexões, pois estas tem que refletir nossa visão, no momento em que são publicadas, onde, muitas vezes criticamos uma posição contrária à nossa com todas as armas possíveis da retórica.
Os assuntos tratados nas memórias não o serão necessariamente em ordem cronológica mas quando se apresentarem em minha mente de forma clara para serem desenvolvidos.
Só um pequeno causo real. Falo no milagre mas não entrego o santo. Numa família sabia-se que o patriarca, vivido em anos e viajado, estava escrevendo sobre sua vida. E tinha muito que contar. Quando ele faleceu procuraram os cadernos onde ele estava fazendo suas narrativas. Para decepção de todos e, principalmente da viúva, o único tema abordado por ele era sobre seus relacionamentos amorosos.
Finalmente, pode ser que algum dia compile todo o material e venha a publicar um livro.
Vamos em frente. Alea jacta est.
Ter memórias é uma coisa, transcrevê-las é outra completamente diferente. O que relatar? Como relatar? Não são questões nada simples. Há problemas de natureza pessoal que são difíceis de tratar como os relacionamentos, afetivos ou de disputas pessoais. Num e noutro caso, quando há controvérsias e constrangimentos, nossa verdade pode não ser o melhor ponto de vista para uma determinada situação. E mais, pessoas não são objetos, têm sentimentos que temos que respeitar. Assim sendo, sempre que possível, vou tentar evitar tocar em assuntos que gerem controvérsias ou constrangimentos e, se o fizer, evitar nomes ou, quando for impossível fugir do assunto, pela sua importância, moderar nas minhas considerações. Isso em relação às memórias, não às reflexões, pois estas tem que refletir nossa visão, no momento em que são publicadas, onde, muitas vezes criticamos uma posição contrária à nossa com todas as armas possíveis da retórica.
Os assuntos tratados nas memórias não o serão necessariamente em ordem cronológica mas quando se apresentarem em minha mente de forma clara para serem desenvolvidos.
Só um pequeno causo real. Falo no milagre mas não entrego o santo. Numa família sabia-se que o patriarca, vivido em anos e viajado, estava escrevendo sobre sua vida. E tinha muito que contar. Quando ele faleceu procuraram os cadernos onde ele estava fazendo suas narrativas. Para decepção de todos e, principalmente da viúva, o único tema abordado por ele era sobre seus relacionamentos amorosos.
Finalmente, pode ser que algum dia compile todo o material e venha a publicar um livro.
Vamos em frente. Alea jacta est.
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